Reparações

Airbag

O sistema de Airbag é um componente de segurança dos veículos automóveis e alguns motorizados que funciona de forma simples: quando o carro sofre um grande impacto vários sensores dispostos em partes estratégicas do veículo (Frontal, Traseiro, Lateral Direito e Lateral Esquerdo) são acionados emitindo assim sinais para uma unidade de controle (Centralina de airbag). 
Os airbags são uma ajuda ao cinto de segurança e reduzem o risco da cabeça e a parte superior do corpo de um ocupante bata em alguma parte no interior do veículo. Numa fração de segundos a Centralina verifica qual dos sensores foi atingido e assim aciona o airbag mais adequado. Este dispositivo é constituído por “pastilhas” de nitrogénio que são acionadas por uma descarga elétrica pela Centralina dentro de um "balão de ar" muito resistente, que é o próprio Airbag, este por sua vez se enche rapidamente amortecendo assim o choque e evitando que motorista e passageiros sofram danos físicos principalmente no rosto, peito e coluna. Para evitar o sufocamento o Airbag vai perdendo pressão após o embate. Atualmente existem modelos que calculam a severidade do impacto e calculam a intensidade com que o Airbag deve abrir.

BSI

As unidade de BSI, ou módulos multifunções são pequenas caixas eletrónicas que incorporam relés e fusíveis no seu exterior.
Estas unidades controlam e auxiliam todo o equipamento elétrico do carro e controla desde as luzes ao fecho central passando também pela função das escovas limpa vidros.

CDI

Os CDI's (Capacitor discharge ignition) são uma pequenas caixas pretas eletrónicas que equipam a maioria dos motociclos modernos e desenvolvidos especialmente para motores mais potentes e pequenos.
O seu funcionamento é parecido com uma ECU ou Centralina de motor dos veículos automóveis. A primeira mota a utilizar este sistema eletrónico foi comercializada pela Kawasaki.
Hoje em dia as CDI's controlam não só a ignição a injeção, a gestão de funcionamento da mota e também o sistema de imobilizador.

Direção
assistida

A direção assistida foi inventada nos anos 20 por Francis W. Davis e George Jessup em Waltham, Massachusetts EUA. A Chrysler Corporation introduziu o primeiro sistema de direção assistida disponível ao público em 1951 no modelo Chrysler Imperial sob o nome de Hydraguide.
A maioria dos novos automóveis tem direção assistida, apesar de nos anos 70 e 80 isso ser a excepção à regra, pelo menos nos automóveis europeus. A direção assistida eléctrica, como a encontrada no Chevrolet Cobalt, Acura NSX, Saturn VUE V6, Toyota MR2 de 2ª geração e na maioria dos FIATs e Lancias, é constituida por componentes eléctricas. Sensores detectam movimento e o binário (torque) da coluna de direção e um módulo computorizado (Centralina) aplica a potência necessária à assistência através de um motor eléctrico. Isto permite que vários graus de força possam ser aplicados dependendo das condições de condução.
De notar que na maioria dos carros do grupo FIAT a força pode ser regulada usando um botão "CITY" que permite escolher de entre duas curvas de assistência (boost curve), enquanto que no grupo Volkswagen/Audi, a força é regulada dependendo da velocidade do automóvel. Em caso de falha de algum componente, uma ligação mecânica como a cremalheira e pinhão funciona como reserva de maneira semelhante aos sistemas hidráulicos.
O software no módulo computorizado (centralina) permite alterar certas caracteristicas da direção assistida eléctrica de acordo com as preferências dos projectistas do veículo.

Motor

A direção assistida foi inventada nos anos 20 por Francis W. Davis e George Jessup em Waltham, Massachusetts EUA. A Chrysler Corporation introduziu o primeiro sistema de direção assistida disponível ao público em 1951 no modelo Chrysler Imperial sob o nome de Hydraguide.
A maioria dos novos automóveis tem direção assistida, apesar de nos anos 70 e 80 isso ser a excepção à regra, pelo menos nos automóveis europeus. A direção assistida eléctrica, como a encontrada no Chevrolet Cobalt, Acura NSX, Saturn VUE V6, Toyota MR2 de 2ª geração e na maioria dos FIATs e Lancias, é constituida por componentes eléctricas. Sensores detectam movimento e o binário (torque) da coluna de direção e um módulo computorizado (Centralina) aplica a potência necessária à assistência através de um motor eléctrico. Isto permite que vários graus de força possam ser aplicados dependendo das condições de condução.
De notar que na maioria dos carros do grupo FIAT a força pode ser regulada usando um botão "CITY" que permite escolher de entre duas curvas de assistência (boost curve), enquanto que no grupo Volkswagen/Audi, a força é regulada dependendo da velocidade do automóvel. Em caso de falha de algum componente, uma ligação mecânica como a cremalheira e pinhão funciona como reserva de maneira semelhante aos sistemas hidráulicos.
O software no módulo computorizado (centralina) permite alterar certas caracteristicas da direção assistida eléctrica de acordo com as preferências dos projectistas do veículo.

Quadrantes

Mercedes E, C, CLK,  E e Vito Reparação do Pixel, Lcd,  Iluminação e Velocimetro.
Audi A3, A4, A6 Reparação da Iluminação, Pixel, Lcd Velocimetro e Ponteiro de RPM
Peugeot 206, 406, 806 e Partner Reparação de Velocimetro e Ponteiro de RPM
BMW Reparação de LCD
Citroen C5 Berlingo Reparação de Velocimetro e Ponteiro de RPM

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